Assassinado a tiros no último dia 26 de janeiro, na cidade de Santurce, em Porto Rico, o boxeador profissional Christopher Rivera, 23 anos, não ficou distante do esporte nem mesmo em seu velório. Apaixonado pela modalidade, o boxer havia deixado claro para sua família que gostaria sempre de ser lembrado pela sua carreira dentro dos ringues. Seus parentes então resolveram fazer um velório temático para o boxeador.
O funeral, criado pela "Marin Funeral Home" teve direito a um ringue e cortinas como as usadas em lutas de boxe. A surpresa, porém, ainda seria maior. O corpo de Christopher não ficou em um caixão. Ele foi colocado de pé pela empresa, em um dos córners do ringue. Fixado com a ajuda de bases escondidas. Seu corpo foi vestido com o uniforme de boxe nas cores amarelo e preto, com óculos escuros e luvas.
O funeral, criado pela "Marin Funeral Home" teve direito a um ringue e cortinas como as usadas em lutas de boxe. A surpresa, porém, ainda seria maior. O corpo de Christopher não ficou em um caixão. Ele foi colocado de pé pela empresa, em um dos córners do ringue. Fixado com a ajuda de bases escondidas. Seu corpo foi vestido com o uniforme de boxe nas cores amarelo e preto, com óculos escuros e luvas.
O vice presidente da empresa Elsie Rodriguez garantiu que foram necessárias várias horas para deixar o local, em um complexo habitacional em San Juan, Porto Rico, do jeito que a família pediu. Familiares e amigos, inclusive, foram capazes de tirar fotos ao lado do corpo de Rivera. Em vida, Rivera fez 21 lutas profissionais. Venceu cinco, sendo quatro por nocaute, perdeu 15, com 12 nocautes, e teve um empate.
via:globoesporte.com




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